MOOC de Bioética

Apresentação

O curso aberto em Bioética é uma iniciativa da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) para proporcionar acesso livre aos conhecimentos produzidos pelo meio acadêmico. O curso se constitui numa proposta de metodologia flexível. Os cursistas podem acessar o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) no momento que acharem conveniente; e coaprender entre pares, por meio da participação nos fóruns. O conteúdo está distribuído em diversos objetos de aprendizagem, sendo videoaulas, podcasts e até um caderno escrito exclusivamente para o curso. Esta é mais uma iniciativa da UEMA no universo dos cursos abertos a distância (Massive Open Online Course – MOOC), garantindo assim acesso amplo, irrestrito e democrático à formas de conhecimento que circulam no espaço acadêmico.

Identificação 

  • Nome: Curso de Bioética.

  • Modalidade: a distância.

  • Carga horária: 60 horas.

  • Duração: flexível.

  • Área do conhecimento: Inter, multi e transdisciplinar. A bioética envolve áreas do conhecimento relacionadas à saúde, humanas e sociais.

  • Público alvo: comunidade, estudantes em geral, professores, profissionais do setor público e privado.

  • Entidade promotora: Universidade Estadual do Maranhão.

  • Organização: Núcleo de Tecnologias para Educação da UEMA – UemaNet. 

Objetivos

 Geral:

  • Compreender o instrumental teórico e metodológico bioeticista.

 Específicos:

  • Identificar os eventos que originaram a Bioética e as formações conceituais iniciais desse movimento;

  • Tipificar os paradigmas, enfoques, vertentes e valorações classificatórias das narrativas bioeticistas;

  • Conceituar os princípios bioeticistas e suas propriedades por meio da aplicação a casos selecionados;

  • Analisar questões filosóficas que fazem interfaces com as questões bioeticistas.

Metodologia

O acesso ao curso será feito através de um rápido cadastro e a criação de um perfil para o Ambiente Virtual de Aprendizagem, onde todo material estará disponibilizado. Os conteúdos a serem estudados de forma livre pelo cursista estarão disponíveis em forma de:

  • Caderno de estudos em 04 unidades (em PDF e Shockwave), elaborado exclusivamente para o MOOC.

  • 05 Videoaulas (provenientes da disciplina Bioética do curso de Licenciatura em Filosofia da Universidade Estadual do Maranhão.

  • 05 PodCasts (versão em áudio do conteúdo expostos nas vídeo aulas)

  • Material complementar (vídeos e textos considerados relevantes para os estudos do cursista)

  • Para promover o aprofundamento das discussões, os cursistas terão fóruns de discussão à disposição no ambiente virtual. Neles, poderão ser discutidos os conteúdos disponibilizados, além da troca de informações e conhecimentos relacionados à temática do curso. Os fóruns serão agrupados conforme as unidades concebidas para o curso.

A dinâmica do curso aberto em Bioética é fundamentada na habilidade que o estudante deve possuir em se organizar de forma livre e autônoma diante do processo de apropriação e domínio dos conteúdos, direcionados por sua motivação e interesse. Assim, o curso não possui acompanhamento formal ou mediação docente. 

Processo de Avaliação

O curso prioriza a auto avaliação e a coaprendizegem entre os participantes. A primeira, na medida em que oportuniza que os participantes avaliem a seu desempenho conforme as habilidades e competências a serem desenvolvidas no curso. E a segunda, por meio da valorização da interação cursista-cursista, favorecendo a troca de conhecimentos e experiências. À medida que o aluno avança em seus estudos, o ambiente será capaz de fornecer o status de seu progresso ao longo do curso.

Certificação

O processo de certificação se dará pelo registro do progresso do aluno na realização das atividades avaliativas disponíveis no link “atividades”. A conclusão das atividades obrigatórias proporcionará ao aluno o direito à certificação. São consideradas atividades obrigatórias do curso aberto de Bioética:

  • Atividade 1 - A questão do aborto: a valoração da vida pré uterina, um direito das mulheres ou uma questão de saúde pública? O que você pensa? 

  • Atividade 2 - A reprodução humana assistida. 

  • Atividade 3 - Bioética e experimentação com animais. 

  • Atividade 4- Sobre o direito de morrer. 

  • Atividade 5 - Glossário de termos em bioética. 

Será emitido certificado de conclusão de Curso de Bioética pela Universidade Estadual do Maranhão, perfazendo carga horária total de 60 (sessenta) horas. O certificado será disponibilizado online para o participante, que poderá imprimir o documento, conforme a sua conveniência.

Referencial Bibliográfico do Curso

ARIÈS, P. História da morte no ocidente: da idade média aos nossos dias. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.

ARISTÓTELES. Ética a Nicômacos. São Paulo: Abril Cultural, 1970.

BBC BRASIL: Executivos nos EUA tentam retardar envelhecimento com hormônios. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/bbc/1092222-executivos-nos-eua-tentam-retardar-envelhecimentocom-hormonios.shtml>. Acesso em 18 jun. 2012. BEAUCHAMP, TL; CHILDRESS, JF. Principles of Biomedical Ethics. 5. ed. Oxford: Oxford University Press, 2001.

BENTHAM, J. Uma introdução aos princípios da moral e da legislação. São Paulo: AbrilCultural, 1979. (Col. Os Pensadores).

BRAGA, K.S. Bibliografia Bioética Brasileira: 1990-2002. Brasília,DF: Letras Livres, 2002.

CAZUZA; FREJAT, R. Ideologia. Disponível em: <http://letras.terra.com.br/cazuza/43860>. Acesso em 26 dez. 2008.CLOTET, J. O Consentimento Informado: uma questão do interesse de todos. Jornal do Conselho Federal de Medicina. n. 122/123 Brasília, DF: CFM, 2000.

 ______. Bioética: Uma aproximação. Porto Alegre: EDPUCRS, 2003.

 COSTA, S.J.F, GARRAFA, V., OSELKA, G. Iniciação à Bioética. Brasília, DF: Conselho Federal de Medicina, 1998, p.37-51.

 COHEN, C. Do Animals Have Rights? In: _______. Ethics and Behavior, v.7, n.2, p. 94-95, 2005.

126 FILOSOFIA

 ______; REGAN, T. The Animal Rights Debate. Lanham: Rowman & Littlefield Publishers, 2001.

 COMTE, A. Discurso sobre o espírito positivo. São Paulo: Editora Escala, 2006.

 CORRÊA, R. Em busca de um final sereno. In: _______. Veja, São Paulo, 9 nov., p. 93-100, 2005.

 CORTINA, A. Ética mínima. São Paulo: Martins Fontes, 2009.

 DA SILVA, J.L.L. A importância do estudo da morte para profissionais de saúde. Revista Técnico-científica de Enfermagem. v.3, n.12, p. 363-372, Curitiba: Bioeditora, jul/set. 2004.

 DEBORD, G. A Sociedade do Espetáculo. São Paulo: Contraponto, 1997.

 DECLARAÇÃO BIOÉTICA DE GIJON. I Congrésso Mundial de Bioética. Gijón (México), 2000. Disponível em: <http://www.ghente.org/bioetica/giron.htm>. Acesso em 21 jun. 2012.

 DECLARAÇÃO IBERO-LATINO-AMERICANA SOBRE ÉTICA E GENÉTICA. Encontro Sobre Bioética e Genética de Manzanillo (Espanha), 1996. Revisada em Buenos Aires (Argentina), 1998. Disponível em: <http://www.bioetica.org.br/?siteAcao=DiretrizesDeclaracoesIntegra&id=5>.Acesso em 21 jun. 2012.

 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DE BIOETICA E DIREITOS HUMANOS. Adotada por aclamação no dia 19 de Outubro de 2005 pela 33a sessão da Conferência Geral da UNESCO. Lisboa. Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura – Divisão de Ética das Ciências e Tecnologias, 2006.

 DURANT, G. A Bioética: natureza, princípios, objetivos. São Paulo: Paulus, 1995.

 EMPÉDOCLES, In: _______. Pré-Socráticos. São Paulo: Nova Cultural, 2000. (Col. Os Pensadores).

 ENGELHARDT, H.T. Manuale di Etica. Milano: Il Sagiatore, 1991.

 FELIPE, S. O Sacrifício do Outro: introdução à reflexão ética sobre o uso de animais nos Laboratórios de Ensino da UFSC. Revista Virtual de Ciências Humanas. Imprimatur. ano 1. n. 3. 1999. Disponível em: <http://www.cfh.ufsc.br/imprimat/nr.3/pdf/animais.pdf>. Acesso em 05 dez.2010.

 FILOLAU, Fragmento 14 In: _______. Pré-Socráticos. São Paulo: Nova Cultural, 2000. (Col. Os Pensadores).

GALVÃO, Pedro. As Fronteiras da Ética: O Debate Cohen/Regan sobre o Estatuto Moral dos Animais, Comunicação apresentada no colóquio “A Ética e a Defesa dos Animais não Humanos”. Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em: 21 e 22 mai., 2002.

GONÇALVES, D. Não matarás: os animais e o homem nos bastidores da ciência. [S.l.]: Inst. Nina Rosa, 2006. 1 DVD.

 GRACIA, D. Ética y Vida – Estudios de Bioética. v.1. Fundamentación y enseñansa de la Bioética. Santa Fé de Bogotá, DC: Editorial El Búho, 1998.

 ______. Fundamentos de Bioética. Madrid: Eudema, 1989.

 GURGEL, W.B. Abordagem Analítica da Amoralidade. Ciências Humanas em Revista, São Luís: EdUFMA, v.1, n.2, p. 135-151, 2003.

 ______. Pink e cérebro em auschwitz-birkenau: Tópicos filosóficos sobre o vegetarianismo e o especismo à luz da bioética . In: _______. Revista do Hospital Universitário/UFMA, São Luís, v.1, n.1/2, p. 74-81, jan-abr, 2003.

 ______. A eutanásia como uma questão sobre a qualidade de vida e de morte do doenteterminal, In: _______. Revista do Hospital Universitário, v.6, n.2, p. 14-19, 2005.

 ______. A medicalização do morrer nas políticas de assistência à morte e ao morrer na sociedade ocidental. In: _______. Ciências Humanas em Revista. São Luís, v.4, n.1, p. 13-32, jun. 2006.

 ______. A morte como questão social. Barbarói. Santa Cruz do Sul, n. 27, p. 60-91, jul./dez. 2007.

 ______. Silogismo da morte: a relação orgânica entre o Estado e a morte nas sociedades capitalistas. Ciências Humanas em Revista – São Luís, V. 4, n.2, p. 91-112, dez. 2006.

 ______.; MOCHEL, E.G.; MOCHEL, A.G.; FARIAS, A.M.C. Análise da formação tanatológica do aluno de Enfermagem da Universidade Federal do Maranhão, Brasil. Investigación y Educación en Enfermaría. v.29, n.2, p. 230-237, 2011.

 ______; MOCHEL, E.G.; MIRANDA, M.C. Educação para a morte: análise da formação tanatológica dos graduandos de Enfermagem da UFMA. In: _______. Cadernos de Pesquisa. São Luís, v.17, n.2, p. 61-68, maio/ ago. 2010.

 ______; KOVÁCS, M.J.; MOCHEL, E.G.; NAKASU, C.T.; PORTUGAL, P;K.P.; LUTO VIRTUAL: o processo de elaboração do luto no ciberespaço. In Cadernos de Pesquisa. São Luís, v. 18, n. 1, p. 7-16, jan./abr. 2011.

 ______. Direitos sociais dos moribundos: controle social e expropriação da morte na sociedade capitalista. São Luís: Edufma, 2008.

 ______. O que é mesmo, Bioética? In: MINAHIM, M.A.; FREITAS, T.B.;

 OLIVEIRA, T.P. (coords). Meio Ambiente, Direito e Biotecnologia - Estudos em Homenagem ao Prof. Dr. Paulo Affonso Leme Machado. Curitiba: Juruá Editora, 2010, p.589-612.

 ______. Considerações sobre Frankesntein à luz da Bioética. Ciências Humanas em Revista. São Luís: EdUFMA, v.2, n.1, p. 9-22, 2004.

 HARE, R.M. Ética: problemas e propostas. São Paulo, UNESP, 2003.

 HEIDEGGER, M. Ser e Tempo. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 1993.

 HOBBES, T. Leviatã. São Paulo: Martin Claret, 2010.

 ______. Do Cidadão. São Paulo: Martin Claret, 2010.

 HOSSNE, W.S. Comissão de ética animal. In: _______. Revista da Ciência e Cultura. a.60, n.2, p. 37-42, abri./jun. 2008.

 JAHR, F. Bio Ethik. Eine Umschau über die ethichen Beziehung des Meschen zu Tier und Pflanze. Kosmos, Sturttgart, n.24, p. 2., 1927.

 JONAS, H. Il Principio Responsabilità. Un’etica per la civiltà tecnológica. Turim: Einaudi Editore, 1990.

 KUHN, T. The structure of scientific theories. Illinois: University of Illinois Press, Ed. F. Suppe, 1973.

 LIMA, W.T. Entendimento Humano da experimentação animal. In Revista da Ciência e Cultura. ano 60, n.2, p.26-27, abri./jun. 2008.

 LIMA, J. E. R. Identidade, ideologia e antropocentrismo. 2009. Disponível em: <http://www.anda.jor.br/2009/04/20/identidadeideologia-e-antropocentrismo/>. Acesso em 09 nov. 2010.

LEVAI, Laerte Fernando. O direito à escusa de consciência na experimentação animal. Observatório Eco Direito ambiental. 2010. Disponível em: <http://www.observatorioeco.com.br/index.php/odireito-a-escusa-de-consciencia-na-experimentacao-animal/>. Acesso em: 1 nov. 2010.

 LUNA, M. Eutanásia e obstinação terapêutica. In: _______. Medicina-Conselho Federal, Brasília, DF: v.155. n.20, p.18, maio/junho/julho, 2005.

 MARKUS, R. Legal, legítimo e ético - avanços da ciência – busca do conhecimento. In Revista da Ciência e Cultura. a.60, n.2, p. 24-25, abri./jun, 2008.

 MARX, K. Elementos fundamentales para la crítica de la economia política. 8. ed. Grundrisse. Ciudad de México: Siglo XXI, 1973. v.2.

 MCINTYRE, A. Depois da virtude. Bauru: EDUSC, 2001.

 MENEZES FILHO, A.S.; GURGEL, W.B. Ética e experimentação animal: exposição dos argumentos filosóficos para o uso de animais em experimentos científicos. 2010, 63 p. Monografia (Graduação em Filosofia) Universidade Federal do Maranhão, São Luís, 2010.

 ______. ÉTICA, MÉTODO E EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: a questão do especismo nas ciências experimentais ad. In: _______. Cadernos de Pesquisa, São Luís, v.18, n.3, p. 40-53, set./dez. 2011.

 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Capacitação para Comitês de Ética em Pesquisa. Brasília, DF: Ministério da Saúde/Secretaria de Ciência, tecnologia e insumos estratégicos/Departamento de Ciência e Tecnologia, 2006, v. 2.

 MONTAIGNE, Michel de. Ensaios. São Paulo: Victor Civita, 1972, (Col. Os Pensadores).

 NIETZSCHE, F.W. A genealogia da moral. São Paulo: Editora Escala, 2006.

 PAIXÃO, R. L. Experimentação animal: razões e emoções para uma ética. Tese de Doutorado apresentado a Fundação Oswaldo Cruz na Escola Nacional de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 2001.

 PELLEGRINO, E. The Origins and Evolution of Bioethics: Some Personal Reflections. Kennedy Institute of Ethics Journal, v.1, n. 9, p. 73-88, 1999.

 PERELMAN, C. Ética e Direito. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

 PESSINI, L.; BARCHIFONTAINE, C.P. Problemas atuais de Bioética. 7. ed. São Paulo: São Camilo-Loyola, 2005.

 POZZI, A.A.R. A celebração do temor: biotecnologias, reprodução, ética e feminismo. Rio de Janeiro: E-papers Serviços Editoriais Ltda, 2001.

 POTTER, V.R. Bioethics, the Science of Survive, 1970. Perspectives in Biology and Medicine, p. 127-153, 1970, v. 14.

 ______. Bioethics. Bridge to the future. Englewood Cliffs: Prentice Hall, 1971.

 ______. Global Bioethics. Building on the Leopold Legacy. East Lansing: Michigan State University Press, 1988.

 RAMSEY, P.; FARLEY, M. A. The Patient as Person: exploration in Medical Ethics. Yale: Yale University Press, 1970.

 REICH, W.T. Encyclopedia of Bioethics. New York: Free Press-Macmillan, 1978.

 ______. Encyclopedia of Bioethics. 2nd. ed. New York; MacMillan, 1995.

 ROTHMAN, D. Strangers at the Bedside: a history of how law and bioethics transformed medical decision making. New York: Basic Books, 1991.

 ROUSSEAU, J-J. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. São Paulo-Brasília, DF: Ática-UNB, 1989.

 ROSS, D. The Right and the Good. Oxford: Claredon Press, 1930.

 ROY, D. La biomédicine aujourd’hui et l’homme de demain. Point de départ et diretion de la bioéthique. Le Suplément, n.128, p.59-75, 1979.

SCOLESE, E. Leito Seletivo: Humberto Costa disse que proposta de limitar acesso à terapia intensiva tornou-se debate político. Folha de São Paulo, 13 de abril de 2005 (Folha Cotidiano).

 SHELLEY, M. Frankenstein ou o moderno Prometeu. São Paulo: Martin Claret, 2001.

 SINGER, P.; KUHSE, H. (ed). A Companion to Bioethics. Oxford: Blackwell, 2001. Bioética.

 SINGER, P. Ética prática. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

 SOUZA, O.; ZAKABI, R. Em busca de um final sereno. In: _______. Veja, São Paulo, Editora Abril, 9 nov. p. 93-100, 2005.

 STEVENSON, R.L. O estranho caso do Dr. Jekyll e Mr. Hyder, Rio de janeiro: Newton Compton Brasil, 1996.

 THE BELMONT REPORT: Ethical Guidelines for the Protection of Human Subjects. Washington: DHEW Publications (OS) 78-0012, 1978.

 TRAJANO, E.; SILVEIRA, L.F. Conservação, ética e legislação brasileira: uma proposta integrada em defesa dos animais não humanos. In: _______. Revista da Ciência e Cultura. ano 60, n.2, p. 27-33, abri./jun. 2008.

 UNESCO. Declaração Universal de Direitos Animais, 1978. Disponível em: <http://www.apasfa.org/leis/declaracao.shtml>. Acesso em 21 jun. 2012.

 WEBER, M. A “objetividade” do conhecimento na ciência social e na ciência política. In: ____. Metodologia das Ciências Sociais. 2 ed. São Paulo: Cortez Editora, 1993, p.107-154, v.1.

 VANDERVEKEN, D. Success, Satisfaction and Truth in the Logic of Speech Acts and Formal Semantics. In: DAVIS, S; GILLAN, B. (eds) Semantics A Reader. Oxford: University Press, 2004.

 ______. Meaning and Speech Acts (2 tomos). Cambridge: University Press, 1990-1991.

 ZOBOLI, E.L.C.P. Referenciais de análise em Bioética: o desafio de traçar sua interface com a saúde pública. In: FORTES, P.A.C; ZOBOLI, E.L.C.P. (Orgs.). Bioética e saúde pública. São Paulo: Centro Universitário São Camilo, Edições Loyola, 2003. p.25-34.

Última atualização: quinta, 27 Nov 2014, 14:04